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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Católicos - Voltem para sua casa - dublado

Católicos - Voltem para sua casa

terça-feira, 5 de julho de 2011

A fé é amiga da inteligência

O teólogo Ruiz Aldaz comenta a relação entre fé e razão
PAMPLONA, domingo, 18 de fevereiro de 2007 (ZENIT.org).- O encontro do cristianismo com o helenismo foi providencial. Destaca isso o teólogo Ruiz Aldaz nesta entrevista concedida a Zenit, na qual aborda os temas que Bento XVI colocou em sua conferência em Ratisbona, ou seja, a relação entre fé e razão sobre a base comum da busca da verdade.
O professor Ruiz Aldaz discute este tema em seu livro «O conceito de Deus na teologia do século II. Reflexões de J. Ratzinger, W. Pannenberg e outros» (Eunsa).
Ruiz Aldaz recorda que o Papa, em sua conferência em Ratisbona, sublinhava precisamente a «coincidência de fundo entre a revelação bíblica e a filosofia grega».
Ruiz Aldaz (Pamplona, 1969) é sacerdote da diocese de Pamplona – Tudela e professor de Teologia na Universidade de Navarra. Entre seus estudos se destaca a reflexão sobre a Trindade e a teologia de São Gregório de Nisa.
–Em Ratisbona o Papa aludiu ao encontro entre cristianismo e filosofia grega. Você em seu livro afirma que o encontro do cristianismo com o helenismo foi providencial. Por quê?
–Ruiz Aldaz: Um dos permanentes centros de atenção do magistério de Bento XVI é a estreita relação que existe entre fé e razão. Em suas próprias palavras, a fé é «amiga da inteligência». Sua aula em Ratisbona em setembro do ano passado sublinhava precisamente a coincidência de fundo entre a revelação e a filosofia grega: o que não é conforme a razão é contrário à natureza de Deus.
Aristóteles começa sua grande obra de metafísica afirmando que todos os homens desejam saber. A aspiração a conhecer a verdade do divino, do próprio homem e do mundo pertence à essência do espírito humano.
Os filósofos da antiga Grécia tiveram o mérito de desenvolver uma ciência para conhecer a verdade exercitando as capacidades da inteligência humana. A grande questão que a inteligência humana se propõe é a questão da verdade.
A fé cristã é uma mensagem verdadeira. Se nos interessa a fé é porque é verdade. Se limitasse a ser um relato fantástico, seria boa literatura, mas não chegaria a satisfazer a aspiração mais profunda do espírito humano: encontrar o Deus vivo e verdadeiro.
Por isso, a fé precisa da razão: para mostrar o grau de seriedade de seu compromisso com a verdade e aprofundar em seu conhecimento. Fé e filosofia se encontram porque ambas buscam a verdade. Daí que possa afirmar-se que o encontro da fé cristã com a filosofia grega fora providencial.
–Assim, o cristianismo se deveria «des-helenizar» do todo ou é bom que conserve este influxo grego?
–Ruiz Aldaz: Os resultados a que conduz o projeto de «des-helenizar» o cristianismo estão patentes na história da teologia. Quando Bento XVI emprega a palavra «des-helenizar», quer dizer arrancar o cristianismo sua dimensão racional. Isto tem muitas conseqüências: significa privar o cristianismo de sua intrínseca relação com a verdade, impedir um autêntico diálogo da fé com os demais saberes, reduzi-lo a um puro fenômeno subjetivo e negar-lhe a legitimidade para entrar nos grandes debates filosóficos e éticos do mundo contemporâneo.
–Que contribuem os teólogos W. Pannenberg, L. Scheffczyk e J Ratzinger ao debate sobre o conceito de Deus nos primeiros teólogos?
–Ruiz Aldaz: Entre 1959 e 1999 se desenvolveu um interessante debate em torno à forma em que os primeiros teólogos empregaram alguns conceitos da filosofia grega para aprofundar no conceito cristão de Deus e propô-lo ao mundo greco-romano.
Os teólogos do século II partiam da convicção de ter conhecido em Jesus Cristo a revelação suprema de Deus. Seu trabalho consistiu em selecionar que conceitos da filosofia grega eram mais apropriados para expressar o mistério do Deus cristão e defini-los de tal forma que não o desfigurassem.
Neste debate participou um considerável número de teólogos de diversas confissões cristãs. Os mais importantes são, com efeito, Pannenberg, Scheffczyk e Ratzinger. Enquanto que Pannenberg, teólogo evangélico, aporta uma postura mais bem crítica deste trabalho, Ratzinger defende a lucidez dos primeiros teólogos ao tomar a filosofia como interlocutora privilegiada e Scheffczyk corrobora a idéia de que em seu esforço intelectual estes teólogos selecionaram com acerto que tipo de conceitos filosóficos eram mais adequados para expressar o conteúdo da fé.
–Deus como «ser pessoal» supera as expectativas da filosofia grega. Que dizia o teólogo Ratzinger sobre isto?
–Ruiz Aldaz: Ratzinger sustenta que na base do politeísmo está a idéia de que por cima das diversas divindades, existe uma lei universal impessoal que governa toda a realidade, inclusive aos deuses do Olimpo. Este é o espírito que impregna o mundo cultural greco-romano: a divindade mais alta não é um ser com o qual o homem possa se comunicar.
Para os gregos, não cabe uma relação pessoal com a divindade primeira. É uma verdade sem religião.
Uma das contribuições decisivas da revelação cristã é afirmar que o único Deus verdadeiro é o que criou tudo com sua inteligência e com seu amor. De acordo com este dado fundamental e com a fé na Encarnação, os primeiros teólogos afirmaram que Deus é um ser com quem o homem pode se comunicar.
É um ser pessoal que estabelece com o ser humano uma relação pessoal de conhecimento e amor. Ou seja, a verdade e a religião guardam uma perfeita harmonia.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A NOITE ESCURA DA FÉ E A BUSCA DE DEUS

Toda a vida do homem é uma “longa noite de luta e oração”, na qual ele busca “reconhecer o rosto de Deus”, algo que só se pode receber como um dom.

Esta foi a reflexão do Papa Bento XVI hoje, em uma nova catequese, dentro do ciclo sobre a oração cristã, que está oferecendo em cada audiência geral.

Após falar da oração de intercessão de Abraão na semana passada, o Santo Padre quis refletir sobre uma passagem singular da Escritura, quando o patriarca Jacó luta com um desconhecido durante a noite, no vau de Jaboc, no capítulo 32 do Gênesis.

Nesta passagem, o conhecido patriarca que conseguiu, com enganos, roubar a primogenitura do seu irmão Esaú e que com a mesma astúcia se enriquece longe de casa, quando volta para enfrentar seu irmão, encontra-se à noite, sozinho, lutando contra um desconhecido, nesse vale de Canaã.

Finalmente, Jacó, reconhecendo no adversário o próprio Deus, entrega-se em suas mãos, pede para ser abençoado por ele e recebe o nome de Israel, que significa “Deus forte”.

Este episódio “se mostra ao crente como texto paradigmático no qual o povo de Israel fala da sua própria origem e delineia os traços de uma relação especial entre Deus e o homem”, enquanto “a tradição espiritual da Igreja divisou nesta narrativa o símbolo da oração como combate da fé e vitória da perseverança”.

O texto bíblico, explicou o Papa, “nos fala da longa noite da busca de Deus, da luta para conhecer o nome e ver seu rosto; é a noite da oração que, com tenacidade e perseverança, pede a Deus a bênção e um nome novo, uma nova realidade, fruto da conversão e do perdão”.

A noite de Jacó no vau de Jaboc “se converte, assim, para o crente, em um ponto de referência para entender a relação com Deus que, na oração, encontra sua máxima expressão”.
A oração, afirmou o Papa, “exige confiança, proximidade, quase um corpo a corpo simbólico, não com um Deus adversário e inimigo, mas com um Senhor que abençoa e que permanece sempre misterioso, que aparece como inalcançável”.

“Por isso, o autor sacro utiliza o símbolo da luta, que envolve força de ânimo, perseverança, tenacidade em alcançar o que se deseja. E se o objeto do desejo é a relação com Deus, sua bênção e seu amor, então a luta só pode culminar no dom de si mesmo a Deus, no reconhecimento da própria fraqueza, que vence quando consegue abandonar-se nas mãos misericordiosas de Deus.”

Toda a vida do homem, sublinhou o Santo Padre, “é como esta longa noite de luta e de oração, de consumar no desejo e na petição de uma bênção de Deus que não pode ser arrancada ou conseguida somente com as nossas forças, mas que deve ser recebida com humildade d'Ele”.

“Aquele que se deixa abençoar por Deus, abandona-se n'Ele, deixa-se transformar por Ele, torna o mundo abençoado. Que o Senhor nos ajude a combater a boa batalha da fé e a pedir, na nossa oração, a sua bênção, para que nos renove na espera de ver seu rosto”, concluiu.



por Padre Sérgio Jeremias de Souza

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Tarde te Amei - Santo Agostinho

Tarde te amei, ó beleza tão antiga e tão nova!
Tarde demais eu te amei!
Eis que habitavas dentro de mim e eu te procurava do lado de fora!
Eu, disforme, lançava-me sobre as belas formas das tuas criaturas.
Estavas comigo, mas eu não estava contigo.
Retinham-me longe de ti as tuas criaturas, que não existiriam se em ti não existissem.
Tu me chamaste, e teu grito rompeu a minha surdez.
Fulguraste e brilhaste e tua luz afugentou a minha cegueira.
Espargiste tua fragrância e, respirando-a, suspirei por ti.
Tu me tocaste, e agora estou ardendo no desejo de tua paz...
Santo Agostinho


sábado, 21 de maio de 2011

Queda das Muralhas


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Queridos amigos (as),
Que a paz de Deus que excede a todo entendimento esteja no seu coração.
Quero partilhar com você a inspiração da campanha de oração da queda das muralhas.
O texto bíblico que norteia essa campanha é o cerco da cidade de Jericó por Josué, onde o Senhor disse a eles: “Vós, agora, todos os guerreiros, dai a volta ao redor da cidade, uma vez por dia. Assim fareis durante seis dias. No sétimo dia dareis sete voltas à cidade, enquanto os sacerdotes tocarão as trombetas”. (Js 6, 3-4).
Foi uma indicação muito simples que Deus deu a Josué e aos guerreiros, diante daquele imenso desafio, de uma cidade fortificada e praticamente impossível de ser vencida. Mas aí está o segredo de tudo. Uma atitude simples para demonstrar o grande poder de Deus. O que o Senhor queria que eles entendessem era isso, que não era pela força ou pelo conhecimento da guerra, mas pelo poder que vem de Deus que eles venceriam, conquistariam a cidade, experimentariam o milagre.
A proposta que faço nesta campanha de sete semanas de oração clamando pela queda das muralhas é exatamente esta, de colocarmos o nosso impossível diante de Deus, para que Ele nos dê a sua vitória. Gosto de um texto do profeta Isaías que diz: “Agindo Deus, quem impedirá?”(Is 43, 13), e foi exatamente isso que Josué e o povo de Deus experimentou no cerco a Jericó, Deus lhes deu a vitória.
Você precisa da intervenção de Deus em alguma área da sua vida? Existe algo que é impossível aos olhos humanos? Você está vivendo alguma batalha complicada e não vê resposta e solução?
O meu convite é para que você faça conosco esta campanha de oração, estaremos orando por você e por suas intenções nestas sete semanas de oração. No último dia queremos bradar aos céus num grande, intenso e profundo clamor, assumindo que as muralhas ruirão pelo poder do nome do Senhor.
Que as muralhas da depressão, dos vícios, do desemprego, do problema financeiro, da doença espiritual, das doenças emocionais, das doenças físicas, caiam por terra e nós experimentemos o que o Senhor tem reservado para nós. Veja o que aconteceu com as muralhas de Jericó: “O povo inteiro lançou, então, o grito de guerra, enquanto ressoavam as trombetas. Logo que o povo, ao ouvir a trombeta, deu seu grito, desabaram de repente as muralhas”. (Js 6, 20).
Eu creio que no poder do nome do Senhor as muralhas vão cair nestas sete semanas de forte clamor. Quero convidar você para essa grande empreitada de oração, venha orar conosco aqui em Cachoeira Paulista-SP, todas as quartas-feiras as 20:00. Caso você não possa vir, acompanhe pelo Sistema Canção Nova de Comunicação: TV, Rádio e Internet.
Em cada campanha o Senhor nos dá uma palavra de direção para orarmos nestas sete semanas, e a dessa campanha é a cura do cego de Jericó que está em Lc 18, 35-43, mas queremos clamar especificamente com o versículo 38: “Jesus, Filho de Davi, me cura”. Esse vai ser o grande clamor durante estas sete semanas. Junte-se a nós neste clamor.
Estaremos unidos neste clamor.
No amor de Cristo!
Seu irmão,
Pe.Roger Luis
Canção Nova

terça-feira, 10 de maio de 2011

Os milagres inéditos do Padre Pio, o santo dos estigmas

Foi publicado na Espanha o livro "Padre Pio - Os milagres desconhecidos do santo dos estigmas" (Editora LibrosLibres, em tradução livre). O livro traz testemunhos de conversões e curas atribuídas ao santo e reunidas pelo autor, José Maria Zavala.

"Nunca tinha sentido tanta vontade de compartilhar uma experiência como aconteceu com esta, que me marcou para a vida inteira", reconhece o autor nesta entrevista concedida a Zenit, lembrando que a canonização de Pio de Pietrelcina (1887-1968), em 2002, bateu todos os recordes de fiéis da história do Vaticano.

ZENIT: Como é lembrado o Padre Pio no convento de San Giovanni Rotondo, onde passou quase toda a sua vida?

José María Zavala: Com um carinho imenso. Há fiéis que continuam sentindo o perfume intenso dos seus estigmas como o melhor sinal de que ele nunca os abandona, essa mesma fragrância que já deixou gelado mais de um incrédulo.

ZENIT: Muitas pessoas que o conheceram de perto ainda vivem?

José María Zavala: Poucas, mas tive a grande sorte de entrevistá-las. Como a Irmã Consolata, uma freira de clausura com 95 anos que me recebeu no convento e me relatou episódios inesquecíveis e desconhecidos. Nunca lhe serei grato o suficiente. Nem a ela nem a Piepero Galeone, sacerdote octogenário com fama de santo, a quem o Padre Pio curou milagrosamente depois da Segunda Guerra Mundial. Ou a Paolo Covino, o capuchinho que administrou a Unção dos Enfermos ao Padre Pio. Todos eles romperam pela primeira vez seu silêncio para falar do Padre Pio neste livro.

ZENIT: Eles expressam alguma ideia comum?

José María Zavala: Todos coincidem em que ele fez o mesmo que Jesus na terra: converteu os pecadores, curou os doentes, consolou os aflitos. carregou com a cruz durante toda a sua vida para redimir os homens do pecado. O Padre Pio sabia muito bem que sem sacrifício pessoal era impossível ganhar almas para o Senhor.

ZENIT: Quem foi o Padre Pio?

José María Zavala: Um grande presente que Deus fez aos homens em pleno século XX para que continuem acreditando nEle. É impossível aproximar-se com simplicidade e sem preconceitos de sua figura e permanecer insensível. Conheço muita gente cuja fé estava morta por falta de obras e que, por intercessão do Padre Pio, agora está muito perto de Deus, reza e é feliz fazendo felizes aos outros.

ZENIT: Existe uma relação entre suas horas no confessionário e os estigmas?

José María Zavala: "Tudo é um jogo de amor", ele dizia. De Amor, com maiúscula, pelo próximo; ele sabia muito bem que o melhor se compra pelo preço de um grande sacrifício. O padre Pio viveu "crucificado" durante cinquenta anos com estigmas nas mãos, nos pés e no lado, que sangravam diariamente. Semelhante sofrimento moral e físico era um meio infalível para libertar muitas almas dos laços de Satanás. Por isso mesmo ele passava, às vezes, dezoito horas seguidas no confessionário.

ZENIT: Como um novo Cura d'Ars...

José María Zavala: Nisto reside a grandeza desse homem de Deus. San Giovanni Rotondo, onde viveu e morreu é, ainda hoje, um verdadeiro caminho de Damasco, pelo qual milhares de pecadores retornam ao Senhor. É o primeiro sacerdote estigmatizado na História da Igreja e com alguns carismas que o tornam muito especial, desde a bi-locação até o exame de corações que lhe permitia ler a alma dos penitentes.

ZENIT: "Farei mais barulho morto que vivo", comentou Padre Pio um dia. O que quis dizer?

José María Zavala: Teríamos de perguntar às centenas de pessoas no mundo todo que, por intercessão dele, continuam se convertendo hoje e/ou se curando milagrosamente de uma doença mortal. Muitos deles contribuem com  testemunhos impressionantes neste libro. Podemos afirmar que o Padre Pio continua atuando hoje, do céu, mais prodígios que quando estava na terra.

ZENIT: O senhor recolhe algumas conversões marcantes.

José María Zavala: Gianna Vinci me relatou em Roma um desse milagres que deixam qualquer um boquiaberto. Em certa ocasião, uma mulher, doente de câncer, pediu a seu marido, agnóstico, que a levasse a San Giovanni Rotondo, pois tinha ouvido que o Padre Pio fazia milagres. O homem impôs uma condição: esperaria fora da igreja. Então a mãe entrou sozinha com o filho de dez anos. Gianna Vinci estava ali e viu tudo. A mulher ajoelhou-se no confessionário do Padre Pio enquanto este indicava ao menino que avisasse seu pai. O pequeno obedeceu: "Papai, o Padre Pio está te chamando", disse na porta. Mas o menino. era surdo mudo! Emocionado, o pai acabou se confessando e sua esposa ficou curada do câncer naquele mesmo instante.

ZENIT: Qual é o segredo da popularidade deste santo?

José María Zavala: O amor pelos demais, insisto. O Padre Pio continua recolhendo hoje os frutos de sua semeadura do céu. Na Itália, pude sentir o grande carinho que as pessoas professam por este santo. Ao voltar a Madri, enquanto despachava a bagagem no aeroporto, um policial começou a colocar dificuldades mas quando viu o retrato do Padre Pio que eu levava para um amigo, me deixou passar com um sorriso: "Que passaporte!", pensei.

ZENIT: E fora da Itália, o Padre Pio vai sendo mais conhecido?

José María Zavala: Espero que este livro sirva para torná-lo mais conhecido na Espanha, onde já fez alguns milagres. Na Argentina, México, Chile e Filipinas ele conta cada vez com mais devotos.

ZENIT: O que significa este livro no conjunto da sua bibliografia?

José María Zavala: É, sem dúvida, minha obra mais importante.  Nunca tinha sentido tanta vontade de compartilhar uma experiência como aconteceu com esta, que me marcou para a vida inteira. Dizem que quando o Padre Pio levanta uma alma, não a deixa cair mais. Pois comprovei isso na minha própria pele. Convido todo aquele que queira, por mais cético que seja, a conhecer a este homem de Deus. Lhe asseguro que não permanecerá indiferente.

Ex-terrorista afirma que João Paulo II impulsionou sua conversão

A carta que em 1991 João Paulo II enviou a Carlos Turrin Villanueva, preso durante dez anos por delito de terrorismo na Penitenciária Castro Castro (Lima, Peru), foi um fresco impulso em seu processo de conversão, pois acrescentou sua fé e o inspirou a "continuar trabalhando na evangelização dentro do cárcere".

Em entrevista concedida à ACI Prensa no dia 4 de maio, Turrin, em liberdade desde 1999, disse que meses antes de receber a missiva papal, havia escrito ao agora Beato João Paulo II sem esperar resposta, pois "de tantas ocupações que ele tem, de milhares de cartas que receberá, jamais pensei que ele ia ler a carta de um presidiário".

Em sua mensagem, o Papa lhe agradeceu "o delicado gesto de escrever-lhe uma atenta carta", por isso "por mediação da Virgem Santíssima pede ao Senhor que o fortaleça na fé e lhe conceda contínua paz e prosperidade cristã", além de outorgar a Turrin e seus seres queridos a Bênção Apostólica.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

A verdadeira Gratidão

O coração grato identifica o bem ainda que esteja nas entrelinhas.Reconhecer onde está o amor lhe é característica primeira.

Os préstimos que o outro dispensa a nós, porque pagamos ou fizemos por merecer não dispensa que lhe digamos um “muito obrigado”, pois a gratidão é a primeira filha da mãe pobreza.

Seja pobre de coração.

Se nos retemos no pensamento de que as pessoas nos devem atenção, favores e serviços, nunca seremos capazes de apreciar a verdadeira beleza e carinho que existe numa obra. Acostumamos assim, o nosso olhar a ser crítico demais. É um insaciável orgulho e descontentamento.

“Os outros podem sempre fazer melhor para mim” Um elogio provocará soberba do outro, a palavra “obrigado” fica então proibida.

A ingratidão isola nossos relacionamentos ao sentido de pura troca. E nada mais, além disso.

Ser agradecido é agir pela verdade de que não somos auto-suficientes. Não nos bastamos, ao contrário, precisamos uns dos outros.

“rivalizai em honrar-vos reciprocamente” (Rm 12, 10). Esse é o débito que temos para com os outros.

A gentileza cabe em qualquer ocasião.

A quem você precisa demonstrar sua gratidão?

Deus o abençoe!

Por Sandro Arquejada

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Amor de Deus

Como abertura oficial do blog fica uma breve mensagem do amor de Deus por nós espero que gostem e aproveitem